Ciro Gomes acusa Camilo Santana de “privatizar” cultura do Ceará e aponta favorecimento ao irmão

O ex-ministro Ciro Gomes (PSDB) fez acusações diretas contra o ex-ministro da Educação, Camilo Santana (PT), ao afirmar que a política cultural do Ceará teria sido “terceirizada” para beneficiar o irmão do ex-governador, Tiago Santana.

Em declaração neste domingo (5), Ciro classificou a situação como “absolutamente escandalosa” e alegou que a cultura cearense foi “privatizada” por meio de uma organização social supostamente ligada ao irmão de Camilo. Segundo o ex-ministro, cerca de R$ 400 milhões em recursos públicos teriam sido destinados ao modelo adotado.

As declarações ocorrem em meio ao acirramento do cenário político no Ceará, marcado por trocas de críticas entre lideranças que já foram aliadas. O rompimento entre Ciro e Camilo reflete a atual polarização política no estado, com impactos nas articulações para as próximas disputas eleitorais.

Até o momento, Camilo Santana não havia se manifestado publicamente sobre as acusações. Especialistas apontam que denúncias dessa natureza, quando formalizadas, podem ser alvo de apuração por órgãos de controle e fiscalização.

O caso repercute no meio político e levanta debates sobre transparência na gestão de recursos públicos e os modelos de gestão adotados na área cultural.

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